Revista Cidades do Brasil

Anunciantes | Expediente | Representantes | Assinatura | Fale Conosco

Cidades do Brasil
 

Página Inicial
Fala Prefeito
Palavra do Ministro
Gestão de Cidades

Bastidores
Cidadania
Economia
Dia a Dia Brasília
Iniciativa
Cultura
Tecnologia
Saneamento
Turismo
Documento
Construindo
Geral
Contra Ponto
Meio Ambiente
Registro
Ponto a Ponto
Lançamentos
Educação
Entrevista
Crônicas e Curiosidades
Ponto Final
Suplemento

 

Interesses comuns

Gestão de Maringá objetiva a solução dos conflitos entre os interesses políticos e o compromisso com o povo

Dezembro/2005

Edição 68

 

Sílvio Barros (PP),
prefeito de Maringá (PR)


Toda a base do regime democrático parte de um processo onde as pessoas precisam ter discernimento para julgar os candidatos, depositar o voto de confiança e só depois de quatro anos, quando o prejuízo poderá estar consolidado, saber se acertou na escolha.

A relação de Honestidade e Transparência entre o eleitor e o candidato exige que o compromisso com o coletivo, esteja acima do interesse individual. Nessa conjuntura colidem o que é politicamente correto e o que é administrativa e tecnicamente necessário. Algumas decisões difíceis precisam ser tomadas, são impopulares e criam conflito entre os conceitos de Popularidade e Credibilidade.

A aprovação popular é considerada, também pelo Legislativo, um suporte político que também serve à governabilidade. Mas existem circunstâncias em que só o prefeito e equipe têm conhecimento das implicações sobre decisões impopulares necessárias, e das conseqüências de não tomá-las, sendo que a popularidade pode ser reconquistada, enquanto a credibilidade dificilmente pode ser readquirida.

O verdadeiro diagnóstico, a estrutura, a qualidade e a situação financeira da máquina administrativa, raramente chegam à população. Primeiro, para não parecer desculpa, revanche política contra antecessores; segundo, para não comprometer a esperança das pessoas que não conseguem vislumbrar alternativas para solução; ou porque esta pode ser dolorosa por contrariar interesses.

O mascaramento e o desconhecimento da realidade resultam em promessas que não podem ser cumpridas. O conhecimento posterior exige remontagem do programa de governo, ajuste independente de cores partidárias ou qualificação do gestor, como reconheceu até o presidente Lula - que sempre criticou quebras de compromissos - em abril, no Congresso da Organização Regional Interamericana de Trabalhadores: “Quando participamos de um processo político, geramos dentro de nós mesmos todas as expectativas possíveis e altamente positivas, mas quando você toma posse, você percebe que, para concretizar as expectativas, leva mais tempo que se imagina e muitos terminam o mandato sem cumprir as expectativas.”

Construir propostas, rumos, mantendo a legitimidade do objeto social é estratégia sedimentada na identificação dos pontos de convergência de toda a população. Neste processo as expectativas individuais, políticas e ideológicas terão que ser descartadas por desagregarem a união indispensável ao êxito comum. É preciso definir com clareza e legitimidade onde queremos chegar, proporcionando oportunidade de sinergia comunitária, somando e direcionando energias, esforços e investimentos. Para liderar e coordenar esta estratégia é necessário inspiração, transcendência, desapego ao próprio Ego, antevisão do alvo futuro, fidelidade aos interesses comuns e equilíbrio acima das limitações financeiras, legais e administrativas da máquina pública.

A saída é o atendimento gradativo aos interesses comuns, mesmo contrariando interesses até de correligionários, balizando decisões para objetivos convergentes. Um dia a verdade será percebida pelo povo e então saberemos que as pessoas não podem mudar a verdade, mas a verdade mudará as pessoas. O governo precisa dar à população a segurança de que cumprirá o seu papel, sem interferir no que não é da sua esfera de atuação. O estadista Abraham Lincoln considerava: “A legítima razão da existência do governo, é fazer pelo povo aquilo que ele precisa que seja feito, mas que não consegue por seu esforço individual fazer por si mesmo.”

Governar é dirigir, agregar e transformar interesses, estimular pessoas a utilizarem seu verdadeiro potencial. Através desse entendimento nossa administração traçou uma missão para o corpo de servidores, tarefa que transcende o limite de um mandato. Assim nós definimos anseios, expectativas e ideais convergentes da sociedade maringaense: “Fazer de Maringá uma cidade segura e agradável para viver, saudável e alegre para criar nossos filhos e cuidar dos nossos idosos. Uma cidade progressista, boa para trabalhar e fazer negócios. E para quem não tem o privilégio de viver aqui, uma cidade que vale a pena conhecer."

Home

 

Página Inicial | Fala Prefeito | Palavra do Ministro | Gestão de Cidades | Bastidores | Cidadania | Economia
Dia a Dia | Iniciativa | Cultura | Tecnologia | Turismo | Saneamento | Construindo | Documento
Geral | Contra Ponto | Meio Ambiente | Registro | Ponto a Ponto | Lançamentos | Educação
Entrevista | Crônicas e Curiosidades | Ponto Final | Suplemento
Anunciantes | Expediente | Representantes | Assinatura | Fale Conosco

Melhor visualizado na resolução de 800 x 600 pixels
Desenvolvido por Axios Tecnologia e Serviços